sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Aliança

16 km separam Timbaúba de Aliança. Seguindo pela BR-408, em bom estado, chega-se ao trevo de entrada para Aliança. A rodovia que segue até a cidade tem algumas Palmeiras Imperiais que dão um charme ao passeio.
As casas tem um aspecto bucólico e são em geram bem conservadas, bem como as principais vias são limpas, embora um pouco estreitas. Mas a cidade nos pareceu aconchegante.
Destacamos em nossa visita, a Prefeitura Municipal, a Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores e o Mercado Municipal.
Em alguns Engenhos do município são praticadas atividades de lazer, sobretudo os famosos "pesque e pague". Há ainda atividades de vôo livre entre Aliança e Vicência.

Prefeitura; Igreja Matriz de Nossa Senhora das Dores; e, Casario.
História

O povoamento do município de Aliança começou no século passado, com a presença de uma família muito unida, tendo como representantes três irmãos.

Com tendências progressistas e por iniciativa própria, fundaram no lugarejo, a primeira capela de taipa, marcando assim a intensificação do desenvolvimento da localidade, atraindo consequentemente, pessoas da vizinhança.
Com a vinda em 1862 de Frei Caetano, da Ordem dos Capuchinhos, com a finalidade de fazer missões e desenvolver outras atividades da igreja, o religioso encontrou da parte dos habitantes locais, acentuado espírito de solidariedade, inclusive a ajuda pessoal com trabalhos, na restauração da casa de orações.
A população conquistou a simpatia do missionário que entusiasmado, não poupou elogios e num sermão declarou – “isso aqui é uma aliança”, sugerindo por último, que a localidade deveria ter o nome de aliança.
Daí a denominação que tomou o povoado, a vila e a cidade, conservada até hoje pela tradição.
Distrito criado com a denominação de Aliança, pela lei municipal nº 5, de 30-11-1892, subordinado ao município de Nazaré.
Elevado à categoria de vila com a denominação de Aliança, pela lei estadual nº 991, de 01- 07-1909.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Aliança figura no município de Nazaré.
Elevado à condição de cidade e sede do município com a mesma denominação, pela lei estadual nº 1931, de 11-09-1928, desmembrado dos municípios de Nazaré e Goiana. Sede no antigo distrito de Aliança. Constituído de 3 distritos: Aliança e Lagoa Seca e Nossa Senhora do Ó, os dois primeiros desmembrado de Nazaré o terceiro desmembrado de Goiana. Instalado em 01-01-1929.
Pela lei municipal de 16-11-1928, é criado o distrito de Lapa e anexado ao município de Aliança.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município é constituído de 4 distritos: Aliança, Lagoa Seca, Lapa, Nossa Senhora do Ó.
Assim permanecendo em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937. Pelo decreto-lei estadual nº 92, de 31-03-1938, o distrito de Nossa Senhora do Ó tomou o nome de Tupaóca.
Pelo decreto-lei estadual nº 235, de 09-12-1938, o distrito de Lagoa Seca passou a denominar-se Upatininga.
No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 4 distritos: Aliança, Lapa, Tupaoca (ex-Nossa Senhora do Ó) e Upatininga (ex-Lagoa Seca).
Pelo decreto-lei estadual nº 952, de 31-12-1943, o distrito de Lapa passou a denominar-se Macujê.
Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 4 distritos: Aliança, Macujê (ex-Lapa), Tupaóca e Upatininga.
Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.
Gentílico: aliancense

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Timbaúba

De Ferreiros à Timbaúba são 17 km, seguindo pela PE-004, BR-408 e PE-089. Logo ao entrar na cidade já se vê a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, com seu Cruzeiro logo à sua frente.
Timbaúba é uma das maiores e mais importantes cidades da Zona da Mata Norte de Pernambuco, além de ser uma das mais desenvolvidas, com vários Bancos e um grande comércio.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição; Igreja  Matriz  de Nossa Senhora  das Dores; Cine-Theatro Benjamim; e, Prefeitura Municipal.
 Seguimos para o centro da cidade, margeando a linha férrea, e encontramos no caminho a principal Estação Ferroviária do município (há outras duas em estado de abandono nos povoados próximos), que se mantém razoavelmente conservada, possuindo ainda a caixa d'água de ferro que servia às antigas locomotivas.
Observamos alguns restaurantes bem frequentados e retornamos pelo centro, passando pela Igreja de Nossa Senhora das Dores, Cine Teatro Benjamim (abandonado), Prefeitura, Colégio Santa Maria com sua Igreja, Praça da Bandeira, Estação Rodoviária junto ao Estádio Ferreira Lima, e, finalmente, paramos para almoçar no Restaurante/Bar Vinagrete 2, o qual recomendo pela boa comida e pelo preço. 
Estação Ferroviária de Timbaúba, com sua caixa d'água.
História

O território do atual município de Timbaúba pertencia à Capitania de Itamaracá, doada a Pero Lopes de Souza. A capitania estendia-se desde a foz do Rio Santa Cruz, ao Sul da Ilha de Itamaracá, até a Baía da Traição, ao Norte, numa extensão de 86 léguas de terra no litoral e, daí, atingia até o meridiano de Tordesilhas. No início, a economia era baseada na exploração dopau-brasil.
Em meados do século XVIII, chegaram, naquelas áreas, habitantes de Tejucupapo, de Goiana e do núcleo habitacional Igarassu.
Na primeira metade do século XIX, à margem direita do Rio Capibaribe Mirim, também conhecido como Rio das Capivaras, surgiu um núcleo populacional, onde havia uma feira. Nas proximidades do povoado, havia uma fazenda conhecida pelo nome Árvore de Espuma, pertencente ao português Antônio José Guimarães, que, além das suas atividades agropastoris, mantinha um estabelecimento comercial onde vendia tecidos e gênero diversos. Antônio José Guimarães, que havia conquistado posição de destaque na localidade, impôs a transferência da feira para o pátio de sua fazenda. Começou daí a formação de um novo povoado. Com auxílio da população, a esposa do fazendeiro fez construir uma capela em homenagem a Nossa Senhora das Dores.
Em 1873, no dia 28 de maio, por força da Lei 1 103, da Assembleia Provincial de Pernambuco, foi criada a paróquia. Com um crescente desenvolvimento social e econômico, os timbaubenses procuraram sua emancipação política. Esta foi obtida com a promulgação da Lei 1 363, de 8 de abril de 1879, assinada pelo presidente da província, Adolfo de Barros Cavalcanti, que criou o município e comarca de Timbaúba, sendo a povoação elevada à categoria de vila.
"Timbaúba" é derivado do termo tupi timbo'ïwa, que significa "árvore da espuma".  O município abrange 4 distritos: Vila Cruangi, Queimadas, Livramento de Tiuma e Catucá além dos povoados. Timbaúba foi uma forte influência no comércio da rede e do calçado, grande parte da população em meados do século XX sobreviviam do comércio da rede. O município já teve várias fábricas de calçados onde venderam tanto no Brasil quanto no exterior onde passaram a criar: "made in Timbaúba".

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Ferreiros

Ferreiros fica a cerca de 2,5km de Camutanga. Cidade aconchegante, tranquila e limpa, possui uma bela Igreja e uma charmosa capelinha em homenagem à Mãe Rainha.

Igreja de Nossa Senhora da Conceição e Capela do Santíssimo; Capela do Santuário da Mãe Rainha; Pracinha; e, Academia das Cidades.
História

Acredita-se que a origem do povoado se deve à oficina de ferreiros localizada naquele lugar, que prestava serviços aos engenhos da região em fins do século XIX.
A construção da capela de Nossa Senhora da Conceição, em 1889, atraiu novos moradores para o local.
A vila de Ferreiros pertencia ao Município de Itambé-PE e foi emancipado em 20 de dezembro de 1963. Seu primeiro prefeito foi o pedreiro José Honório da Silva, nomeado pelo então Governador Miguel Arraes de Alencar.
A Paróquia de Nossa Senhora da Conceição de Ferreiros foi instalada no dia 13 de Maio de 2006, pelo então Bispo da Diocese de Nazaré D. Jorge Tobias de Freitas, às 19:30h, na presença de toda a comunidade católica da até então Capela de Nossa Senhora da Conceição, que pertencia a Paróquia de Timbaúba.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Camutanga

Saindo de Itambé e seguindo pela PE-075, atravessando sítios, fazendas e canaviais da Usina Olho D'Água, beirando os limites de Pernambuco com a Paraíba, chegamos em Camutanga, cerca de 20 km depois.
O acesso à cidade se dá pela PE-004 e logo na entrada, se vê o portal de boas vidas da cidade. A sede do município nos pareceu ser um dos menores dos que visitamos até hoje. Possui algumas ladeiras e também parece ser um lugar bem calmo.

Portal de Camutanga, na PE-004; Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, Praça Getúlio Vergas e Parque Público Daniel Barbosa de Pontes, ao fundo.
A Igreja Matriz possui um Cruzeiro logo em frente. Além da Matriz, Camutanga ainda possui a Igreja de Nossa Senhora de Fátima, com fachada em estilo moderno e a Capela de São Sebastião.
A cidade nos pareceu bem cuidada e limpa. A Praça Getúlio Vargas e o Parque Daniel Barbosa de Pontes nos chamaram atenção.

História


A ORIGEM do nome é indígena onde seus primeiros habitantes eram COMUM A TANGA, ao pé da letra que dizer uma espécie de Vespa ou Papagaio de várias cores, origem dada pelos antigos moradores do município como também CAANGA que quer dizer casa de maribondos em Tupy Guarani que mais tarde denominou-se CAMUTANGA desmembrado do município de Itambé. 

Em 1911 a povoação de Ferreiros era sede do distrito de Ferreiros e pertencia ao município de Itambé. Posteriormente a sede do distrito foi transferido para Camutanga. Em 1933 o distrito passa a chamar-se Camutanga. Em 1963, o distrito de Camutanga, passou a constituir município autônomo, com a sua sede elevada à categoria de cidade, de acordo com a Lei Estadual nº 4.940, de 20 de dezembro. A instalação do município ocorreu em 8 de março de 1964.


domingo, 2 de setembro de 2012

Itambé

Itambé fica a cerca de 25 km de Goiana, seguindo pela PE-75, que margeia a divisa com o estado da Paraíba.
A estrada não e muito boa, possui alguns buracos e trechos que requerem muita atenção dos motoristas, mas proporciona belas vistas da zona da mata norte do estado de Pernambuco.
Prefeitura Municipal, Areópago, Igreja de N. Sra. da Conceição.Imagem de São José.
 Itambé tem sua importância na História de Pernambuco e do Brasil, uma vez que lá se encontram o Areópago e a mais antiga casa maçônica existente no Brasil. O local tem, ainda, grande importância histórica para o país, porque foi palco de grandes revoluções, como a de 1817.
A grande peculariedade da cidade de Itambé é o fato de estar separada da cidade vizinha, Pedras de Fogo, no estado da Paraíba, pela sua avenida principal, ou seja, basta atravessar a avenida para mudar de cidade e estado.
Igreja Matris de N. Sra.do Desterro, Obelisco a Nossa Senhora e Divisa de Pernambuco (Itambé) e Paraíba (Pedras de Fogo).  

sábado, 1 de setembro de 2012

Goiana

Situada a cerca de 62 km do Recife, é a ultima cidade litorânea do norte do estado. O acesso é fácil, sobretudo pela excelente BR 101, que é um verdadeiro tapete de concreto, após Itapissuma.
Talvez seja mais conhecida pelas suas belas praias, mas delas falaremos em outra oportunidade, uma vez que a cidade propriamente dita nos ocupou muito tempo de contemplação, haja vista a quantidade de construções antigas regulamente preservadas.
A importância histórico-arquitetônica da cidade é comprovada pela quantidade de Igrejas antigas. Em Pernambuco, somente Recife e Olinda possuem mais monumentos católicos que o município da mata norte.
Da esquerda para a direita e de cima para baixo: Convento e Igreja de Nossa Senhora da Soledade, Igreja de Nossa Senhora do Amparo, Santa Casa da Misericórdia, e, Igreja de Santo Alberto da Sicília e Convento Carmelita.
As Igrejas são o atrativo principal. Há na maioria delas uma sinalização com mapa turístico que é um pouco confuso, porém satisfatório. Nada que um bom turista não consiga decifrar.
O estado de conservação delas é, em geral, razoável. A Santa Casa encontra-se em reforma, interminável segundo alguns moradores e a da Igreja de Nossa Senhora do Amparo, que tem uma praça com um charmoso coreto, mas que apresenta sinais de abandono.
Igreja de N.Sra. dos Homens Brancos (Matriz), Igreja de N. Sra. dos Homen Negros, Igreja de N. Sra. da Conceição e Capela da Usina Santa Teresa (vista de Goiana).
A atenção do Poder Público poderia ser maior, seja a nível Municipal, seja Estadual ou Federal. Cada imóvel, cada monumento, representa um pedacinho da História local. E é a História que é capaz de provocar um sentimento de amor e cuidado por parte dos moradores por sua cidade. Essa crítica, nós fazemos em praticamente todos os lugares visitados, enquanto o Poder Público e grande parte dos Particulares não tiverem consciência de que a "História atrai Turistas, e Turistas trazem Dinheiro."
Arquitetura secular: Casa antiga,  Atual Juizado Especial,  Colégio da Sagrada Família, e Antigo Fórum. 
Imóveis particulares, prédios públicos, antigas lojas. Ainda há muita coisa preservada nessa, ainda bela, cidade.

Texto acima,  revisado em 05/05/2017.

História de Goiana
A história de Goiana está muito ligada aos engenhos da região. Os goianenses participaram ativamente da Batalha das Heroínas de Tejucopapo (1646), da Revolução Pernambucana (1817), da Confederação do Equador (1824) e da Revolução Goianense (1825). A vila operária de Goiana é considerada a primeira da América Latina. Goiana foi elevada à categoria de vila em 15 de janeiro de 1685, ganhou foros de cidade em 5 de maio de 1840 e de sede de município em 3 de agosto de 1892. Seu primeiro prefeito foi o Dr. Belarmino Correia de Oliveira.
Bandeira e Brasão de Goiana
A origem mais provável do nome Goyanna é que venha da palavra em tupi-guarani "Guyanna", que significa "terra de muitas águas". O topônimo do município aparece pela primeira vez nos catálogos da Companhia de Jesus, em 1592, com o nome de aldeia de "Gueena". O mesmo documento, em 1606, registra-o com a grafia modificada para "Goyana" e, finalmente Goiana. O holandês Adolf de Varnhagen disse que Goiana é palavra de origem da língua tupi, que significa: gente estimada. Outros filólogos divergem e dizem ter o significado de mistura ou parente e, ainda, Frei Vicente de Salvador, em 1627, definiu como sendo porto ou ancoradouro.
Sabe-se que muito antes da chegada dos portugueses ao Brasil, Goiana, assim como diversas outras localidades da América, já era habitada por indígenas. Inúmeros historiadores defendem seus estudos e com isso, daí, nasce uma diversidade de teorias. Existem diversas teses sobre a origem da cidade de Goiana, das tais a mais aceita é a de que a cidade surgiu quando Diogo Dias ganhou e fundou o Engenho Recuzaém. A segunda tese é a de que em 1501 com a finalidade de explorar a costa brasileira expedições portuguesas já tinham aportado o litoral goianense em uma praia, hoje denominada Pontas de Pedra. Existindo ainda a terceira tese, a qual diz que a primeira povoação de Goiana esteve no Engenho Japumim, também fundado por Diogo Dias, segundo historiadores.
A colonização jamais realizou os propósitos da empresa mercantil que impulsionou as navegações. Montada especificamente para a troca, ela operava sempre na pressuposição da existência de produção local, nas áreas com que mantinha a troca. O problema da colonização apresenta, assim, grandes dificuldades, uma vez que a estrutura econômica portuguesa não estava preparada para enfrentá-lo.Nesse período, Goiana foi uma das principais produtoras de cana-de-açucar no estado de Pernambuco; o Rio Goiana, que corta a cidade, abrigava um importante porto, que escoava a produção do local. Foi durante este período que Goiana foi, por diversas vezes, sede da capitania de Itamaracá, e permaneceu como segunda cidade mais importante do estado, até o fim deste período.
A povoação foi elevada a freguesia em 1568 quando Diogo Dias, um cristão-novo de muitas posses, comprou de D. Jerônima de Albuquerque Sousa dez mil braças de terra próximas à atual cidade de Goiana, então Capitania de Itamaracá, estabelecendo um engenho fortificado no Vale do Rio Tracunhaém. Este colono foi alvo do ataque ao engenho Tracunhaém, em 1574, no qual índios potiguaras exterminaram toda a população do engenho. Este episódio provocou a extinção da capitania de Itamaracá e a criação da capitania da Paraíba.
Em janeiro de 1640 defrontaram-se entre Goiana e a ilha de Itamaracá a esquadra de D. Fernando de Mascarenhas, conde da Torre, e a holandesa, comandada por Willen Corneliszoon, num combate que seria imortalizado em quatro gravuras de Frans Post.
No ano de 1859, Dom Pedro II, imperador do Brasil, visitou a cidade de Goiana, chegou acompanhado por uma comitiva com quase quinhentos cavaleiros. Na véspera todos os preparativos foram realizados para receber o monarca. O que havia de melhor nos engenhos foi trazido para o sobrado onde ele se hospedou. Foram à cidade pessoas das regiões circunvizinhas, atraídas pela visita do imperador. Dom Pedro II conheceu as igrejas e encantou-se com a beleza do Cruzeiro do Carmo, no centro.
Ele chegou a visitar também o hospital, as repartições públicas, as escolas e elogiou o avanço dos alunos no latim. Mais tarde, ainda participou de solenidade na Igreja da Matriz, onde escutou a Banda Saboeira à porta depois seguiu para o Bairro do Tanquinho para ver como era feito o abastecimento de água da cidade e considerou a situação do porto fluvial aproveitando para discutir melhoramentos.
Fonte: Wikipédia

domingo, 5 de agosto de 2012

Petrolina

Petrolina é a maior e mais desenvolvida cidade do Sertão de Pernambuco. Fica localizada às margens do São Francisco, à cerca de 711 km do Recife, na divisa com a Bahia.

Chegamos por volta de meio-dia, em um vôo da Gol. A primeira impressão vem do calor. 35º no mês de dezembro.
O aeroporto é bem pequeno, mas suficiente pra quem embarca ou desembarca. Fica distante da cidade, mas sempre tem táxis. Há um bom número de hotéis na cidade.

Entre uma atração turística e outra, observamos que a cidade é bem organizada e limpa.
Chegando lá, partimos para desbravar a cidade. Logo de cara passamos próximos à ponte Presidente Dutra, que liga Petrolina à Juazeiro, na Bahia, pelo famoso Hotel Grande Rio e pela bonita e conservada Estação Ferroviária de Petrolina.
Estação Ferroviária, Catedral - Igreja do Sagrado Coração de Jesus e Praça Dom Malan
Caminhando em direção ao centro, passamos pelas lojas comuns de centro de cidade, e chegamos à Praça Dom Malan, onde fica localizada a "Concha Acústica" e a Catedral de Petrolina.
A Catedral é uma das mais belas Igrejas de Pernambuco. Chama atenção o seu estilo gótico e os seus vitrais.
Catedral - Igreja do Sagrado Coração de Jesus 
Do centro, partimos para o River Shopping para almoçar e conhecer o centro de compras do Sertão, que possui uma ampla Praça de Alimentação e não fica devendo em nada aos grandes Shoppings da capital.
Voltando, após o almoço, passamos no Museu do Sertão de Petrolina, que possui um bom acervo de animais da região e objetos de Lampião e de Dom Malam (primeiro Bispo de Petrolina).
Museu do Sertão
Antes de descansar, ainda passamos pela Igreja Matriz e pela orla, onde se encontram modernos edifícios residenciais, bares, restaurantes e quiosques.
Também há um serviço de aluguel de bicicletas.
Pôr-do-sol no São Francisco, Igreja Matriz Nossa Senhora Rainha dos Anjos e Balsas no São Francisco com Petrolina ao fundo.
Aproveitamos a manhã de sábado para visitar Juazeiro. Para isso, pegamos uma balsa em Petrolina, e pagando R$ 0,90 a passagem, atravessamos o São Francisco.
Tentamos ver alguma coisa sendo derramada ou jogada no rio, mas nem em Petrolina, nem em Juazeiro, detectamos nada caindo no rio, além das embarcações e algumas pessoas. A água é limpinha mesmo.
Na ponte ainda dá pra observar a parte por onde os navios passavam. Entre as duas colunas que podem ser vistas na foto, a pista era elevada para os "Vapores" passarem.

Ponte Presidente Dutra, Bodódromo e Orla de Petrolina.
Á noite há muitos bares em Petrolina, mas o grande destaque fica para o Bodódromo. Um complexo de restaurantes onde o carro chefe são os derivados desse animal. Imperdível!!!

Petrolina ainda possui outras dezenas de lugares interessantes. Na próxima visita, atualizaremos esse post.