Mostrando postagens com marcador Igreja de São Sebastião. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Igreja de São Sebastião. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de abril de 2017

Barra de Guabiraba

Barra de Guabiraba fica a cerca de 117 km do Recife. A única rodovia que dá acesso à cidade é a PE-085 que liga a PE-103 à BR-101. A qualidade da pista é boa, mas requer cuidados em abril de 2017.
A vista na rodovia é bem atrativa, bem verde, embora existam poucas árvores espalhadas nas propriedades, , em razão de ser a primeira cidade do Agreste, no limite com a Zona da Mata de Pernambuco.
PE-085 e Fazenda Burarema
Quem segue pela PE-085 a partir da PE-103, pode observar à direita a bela sede da Fazenda Burarema, que deve ser, merecidamente, um dos cartões postais do município.
No entanto, as belezas de Barra de Guabiraba, ao que nos pareceu, ficam somente na Zona Rural do Município. 
Entrada da cidade; Biblioteca, Câmara Municipal e Rio Serinhaém.
Em uma das entradas da cidade, nos deparamos com um simples, mas simpático "Portal", com os dizeres: "Barra de Guabiraba, terra das águas".
Outro pequeno mural, com o nome da cidade e uma imagem da Fazenda Burarema, também chama atenção.
Seguimos em direção ao centro, passando por uma rua com casas descaracterizadas e uma Biblioteca. Não fotografamos a casa mais bela da cidade, que fica junto à praça da Igreja, pois havia muito material de construção na frente.
Aparentemente não há muito comércio na cidade, pelo menos que chamasse atenção. Após fotografar a Igreja e a Praça, passamos pela ponte sobre o Rio Serinhaém (totalmente coberto por baronesas) e seguimos em direção à Câmara Municipal.
Igreja de São João Batista / São Sebastião; Ponte; Rua Enéas Teixeira; Praça da Matriz.
A Igreja é o monumento mais bonito da cidade, e ao que parece o único. A pracinha também é interessante, mas os imóveis do entorno sem encontram quase que totalmente descaracterizados e pouco devem lembrar o início da povoação do centro, resultado de anos e anos de administrações que nada promoveram pela preservação da História do Município.

Histórico de Barra de Guabiraba

Bandeira e Brasão

"As terras onde se localiza hoje o município pertenciam ao sítio Guabiraba. O nucleamento do povoado ocorreu após a construção da capela de São João pelo proprietário do sítio, Manuel Laurentino dos Santos, em 1905. A fertilidade do solo, propício á cultura da cana-de-açúcar concorreu para o povoamento, que logo passou a contar com uma feira. Inicialmente o local foi denominado São João da Barra. O distrito de de Barra de São João foi criado pela lei municipal nº 59, de 25 de Junho de 1915. Pelo decreto-lei estadual nº 235, de 9 de Dezembro de 1938, o distrito de Barra de São João passou a denominar-se Itapecó. Passou a denominar-se Guabiraba pelo decreto-lei estadual nº 952, de 31 de Dezembro de 1943. Pertencia ao município de Bonito. Foi elevado à categoria de município com a denominação Barra de Guabiraba, pela lei estadual nº 3340, de 31 de Dezembro de 1958.


O topônimo atual deve-se às viagens do historiador Mário Melo, que deparando-se com uma frondosa guabiraba na confluência dos rios Sirinhaém e Bonito Grande, passou a denominar o local de Barra de Guabiraba."

Fonte: Wikipédia

terça-feira, 26 de julho de 2016

Machados


Machados fica entre São Vicente Férrer e Bom Jardim. Fica próximo à PE-089, sendo possível chegar lá saindo do Recife pela BR-232; BR-408; ou mesmo pela BR-101.
Possui, como São Vicente Férrer, centenas de Hectares de plantações de Banana, principal produto do município.

Entrada da cidade e Capela.

No início da zona urbana do município nos deparamos com um Cristo Redentor, que dá boas-vindas aos moradores e visitantes.
A cidade tem praticamente uma só avenida, que corta a mesma de um lado a outro, passando pelas principais construções de Machados, como a capela.

Praça e Igreja de São Sebastião e Mercado Público.
A parte mais bonita da cidade é o conjunto da Praça com a Igreja de São Sebastião, padroeiro local. Junto da praça ficam alguns imóveis interessantes e o Mercado Público.
Antiga placa da Cliper; Prefeitura; Praça da Bíblia e seus imóveis.
Curioso foi encontrar uma placa do antigo refrigerante Cliper, muito famoso durante parte do século XX.
A Prefeitura fica em um imóvel simples, sem nada excepcional. Já a praça da bíblia vale uma foto. Pena que a maior parte da cidade não está tão conservada como os imóveis dessa pracinha.

Histórico:

"Machados está situado em terras do antigo Engenho Bom Destino, que pertencia ao município de Bom Jardim. Pela proximidade ao Engenho Machado (propriedade de uma família de mesmo nome), o município recebeu o nome Machados. O marco zero, localiza-se onde atualmente está edificada a Igreja Evangélica Congregacional. A primeira casa, construída por Manoel João Rodrigues do Nascimento, no ano de 1890 e, lhe serviu de residência e ponto comercial. Tal fato, despertou a atenção de outras pessoas, que começaram a construir novas casas, iniciando, assim, a Vila Machados. A partir de sua fundação o povoado cresce e é elevado a categoria de vila. Em 10 de outubro de 1917 realiza-se a primeira feira livre, que resistindo às pressões de alguns políticos da região, foi se firmando e atraindo a atenção dos comerciantes das comunidades vizinhas, que aqui instalavam suas barracas a fim de comercializarem seus produtos.
  • Lei Estadual 4994, de 20 de dezembro de 1963, Art. 1º:Fica criado o município de Machados, desmembrado do município de Bom Jardim, cuja sede será a do atual distrito de mesmo nome, que será elevado à categoria de cidade.
  • Decreto-lei Estadual nº 61, de 5 de agosto de 1969, Art. 7º:Ficam transformados em termos, das comarcas a que pertencem, os seguintes distritos: ... 25 - Machados."
Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 20 de março de 2013

Carpina


Carpina fica a cerca de 53 km do Recife, o que dá mais ou menos 1 hora,  pela BR 408, e cerca de 20 km de Araçoiaba, uns 20 minutos, pela PE-041. Chegamos à cidade por esta última rodovia, de regular estado de conservação.
A BR-408 está sendo duplicada, do seu início em Jaboatão dos Guararapes, até Carpina. Ao longo deste trecho, se encontram a Rodoviária do Recife, a Arena Pernambuco, São Lourenço da Mata, Guadalajara e Paudalho. Certamente se tornará uma rodovia mais segura e mais rápida, integrando definitivamente Paudalho e Carpina com a Região Metropolitana do Recife.

Por ser uma cidade de porte médio, e nossa visita ter sido em um sábado, foi um pouco complicado andar de carro pelo centro da cidade, o que nos deixou com a obrigação de complementar nossa visita um outro dia.

Primeiro, ao saírmos da PE-041, praticamente entramos na cidade. Um trecho urbano da PE-090, que se chama Av. Agamenon Magalhães e mais à frente Av Francisco Viana, que se inicia daquele ponto, cheio de comércio e tráfego, incluindo semáforos. Entramos na Rua Mendes Martins, depois, Av. Francisco Lapa, e , finalmente, Av. Estácio Coimbra, onde encontramos a Estação Ferroviária de Carpina, que ainda conta com os trilhos e duas plataformas, indicando a grande movimentação que lá houvera no passado.
A estação, atualmente parece ser utilizada como bar. Vimos apenas uma abertura na parte de trás da mesma, com algo que parecia uma radiola de ficha. Também vimos a caixa d'água, a pouco mais de 50 metros da construção. Não há mais o dístico com o nome da estação.
Estação Ferroviária de Carpina; Igreja de São Sebastião; Monumento ao Leão do Norte.
Um pouco mais à diante, fica a principal praça de Carpina, a Praça José Otávio, na Avenida de mesmo nome. Seguimos essa avenida até determinado ponto, onde a movimentação, provavelmente devido ao dia de feira, nos fez retornar, para não perdermos tempo.
Ainda na Praça José Otávio, passamos pela Igreja de São Sebastião, de fachada simples, mas muito bonita e bem conservada.
Voltamos pela Av. Conselheiro João Alfredo, passando por trás da Estação Ferroviária e, encontramos a Imagem do Leão de Bronze, em homenagem ao Leão do Norte e também ao antigo nome da cidade, Floresta dos Leões. Fica na Praça de São José, onde também se encontram a Câmara Municipal e a Prefeitura.
Matriz de São José; Imagem de São José; Gruta de N. Sra. de Lourdes; e, Interior da Matriz.
Av. Assis Chateaubriand, entramos na rua da Rodoviária e voltamos à Av. Agamenon Magalhães, até a rua da Praça de São José, onde registramos imagens da Igreja Matriz de São José, da Imagem de São José e da Gruta de N. Sra. de Lourdes, que também fica na Igreja.
Praça; Praça José Otávio; Casas Antigas; e, Av. Pres. Getúlio Vargas.
Partimos então para a Av. Presidente Getúlio Vargas, onde observamos muitas casas belas, grandes e modernas, voltando, finalmente à BR-408.

Histórico de Carpina:

O Wikipédia possui um ótimo relato sobre o nascimento e desenvolvimento de Carpina, o qual recomendamos. (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carpina)

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Barra de Sirinhaém

Seguindo para o litoral pela PE-61, chegamos no entroncamento com a PE-009, e, dobrando à esquerda, no distrito de Barra de Sirinhaém. 
Seguindo sempre em frente, encontramos a Igreja de São Sebastião,e, mais adiante, o Porto no Rio Sirinhaém, de onde saem os barcos para a Ilha de Sto. Aleixo, no final da pista. No distrito há pousadas e um clube, além de bares à beira-mar.
Pontal da Barra de Sirinhaém; Praia do Guaiamum ao amanhecer; e, Orla do Rio Sirinhaém. (Fotos: Daniel Araujo)
 Caminhando pela praia, dá pra observar a Ilha de Santo Aleixo e a praia de Toquinho, do outro lado do rio, pertencente ao município de Ipojuca. Vale a pena dar uma parada na orla do rio e contemplar a vista. O melhor lugar para banho é no pontal, onde o rio e o mar se encontram, na maré baixa. A depender da época, na maré baixa dá pra se caminhar até os arrecifes e ver os peixes coloridos e muitos moluscos.
Também é legal provar os caldinhos de camarão e aratu nos bares próximos à Colônia de Pescadores.
Praça e Igreja de São Sebastião; Casa de Azulejos na orla do Rio Sirinhaém; e, Porto da Barra de Sirinhaém. (Fotos: Daniel Araujo)
 Voltando à PE-009, seguindo o sentido sul, passamos pela praia do Guaiamum, onde o mar é muito agitado e chegamos à praia do Gamela, conhecida como A-Ver-O-Mar (um grande, mas inacabado loteamento iniciados nos anos 70 por um português, que deu o nome ao lugar em referência a uma praia de Portugal), onde curtimos o sol e alguns petiscos num dos bares da beira-mar. Há passeios de barco para as piscinas naturais.
Praia de Gamela/A-Ver-O-Mar; Pier de Mariassú (Fotos: Daniel Araujo); e, Capela de Nossa Senhora de Guadalupe (foto: Prefeitura Municipal)
 Mais tarde, seguimos para a última praia, a de Guadalupe, que é um verdadeiro paraíso na foz do Rio Formoso. Em Guadalupe há uma área de falésias e outra com piscinas nos bancos de areia que se formam na maré baixa. Há um bar na área de estacionamento, nas falésias. O melhor local para banho é no pontal e no rio Formoso, cerca de 5 minutos de caminhada.
Em Guadalupe há uma Capela em homenagem a Nossa Senhora. de Guadalupe, atualmente em ruínas. Não chegamos até ela, mas a avistamos durante um passeio de catamarã pelo rio.
No Pier de Mariassú, onde termina a PE-009 em Sirinhaém, há passeios de barco pelo rio e pelo mangue. Também pode-se passar um tempo no Bar do Mangue, mas o acesso é só de barco mesmo.

Praia de Guadalupe (Carneiros-Tamandaré ao fundo); e, Pontal de Guadalupe. (Fotos: Daniel Araujo)
A PE-009 originalmente nasce no Marco Zero do Recife e segue margeando as praias, contudo, por não possuir pontes sobre os rios ela apenas existe beirando as praias. Em Sirinhaém, ela começa no porto da Barra e termina no belíssimo Pier de Mariassú, uma praia fluvial no Rio Formoso, e de onde pode-se realizar passeios de barco pelo mangue ou para a praia dos Carneiros, passando pelo famoso banho de argila e pelo Bar do Mangue. Próximo ao Pier, há um ponto de apoio e estacionamento, além de um Heliporto que serve à Área de Proteção Ambiental.

Em breve atualizaremos a postagem com imagens da Ilha de Santo Aleixo.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Xexeu

Xexéu é a ultima cidade antes de atravessar a fronteira com Alagoas pela BR-101. A rodovia que é excelente no trecho entre Recife e Palmares, muda drasticamente alguns metros depois do cruzamento com a PE-126.
A obra de duplicação foi abandonada e a terraplanagem, bem como os imóveis desapropriados seguem em ruínas, bem como a própria rodovia.
De todas as rodovias que passamos nas mais de 38 cidades que visitamos anteriormente, este trecho para Xexéu é o pior e mais perigoso. Nem o trecho entre o distrito de Formigueiro e a cidade de Bonito, postado meses atrás, e onde não havia mais asfalto foi tão ruim.
O pior, é que as construtoras foram pagas para realizar a obra, e, as obras seguem abandonadas.
Mas, enfim, chegando a Xexéu, encontramos logo a Igreja de São Sebastião, que fica às margens da BR-101. Logo em frente a esta, fica a entrada para o centro, que ainda preserva um pouco do início da povoação do lugar.
Não havíamos pesquisado muito sobre o município, razão pela qual nossa passagem se limitou ao centro da cidade. Quem sabe em uma próxima visita, possamos trazer coisas mais interessantes sobre Xexéu.
Igreja de São Sebastião; Praça de eventos com imagem da Xexéu antiga; Rua  em Xexéu;  Detalhe da antiga Farmácia.

Historia:
A área onde atualmente fica a cidade de Xexéu foi rota de escravos que seguiam em direção ao Quilombo dos Palmares. Como era caminho obrigatória dos negros, ali foi criado, em 1675, um lugar de resistência dos negros, denominado Engenho Macaco. Este povoado chegou a ter mais de 15 mil habitantes. No final do século XIX, a povoação ganhou o nome de Aurora, por conta, segundo historiadores, da passagem das tropas de um marechal que ficou admirado com o amanhecer do lugar e conseguir convencer os habitantes pela mudança do nome.
O distrito de Xexéu, pertencia ao município de Água Preta, foi criado pela lei municipal nº 53, de 24 de abril de 1930. Tornou-se um município em 1 de outubro de 1991, através da lei estadual nº 10.621. O nome da cidade é em homenagem ao pássaro conhecido por xexéu, de canto harmonioso, comum no lugar em tempos passados.
Informações complementares você encontra no livro a História do Xexéu. Dos autores Bernardo Almeida(Valdenicio),Ademmauro Gommes e Marcos Gonçalves.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Água Preta

Água Preta fica próximo à Palmares e o acesso se dá pela BR-101 e PE-096 para quem vem do Agreste ou Zona da Mata, ou, pela PE-060 e PE-096 para quem vem do Litoral.
A PE-096 está em bom estado, mas requer atenção.
A cidade é cortada pela rodovia e a parte antiga está localizada no lado norte da pista.
A entrada para o centro fica em frente ao nome da cidade.
Os imóveis estão bem conservados e, pelo menos no centro, não se observa estrago da época das cheias.

Entrada da cidade; Igreja de São Sebastião; Mercado Municipal; Câmara Municipal.

Casa Paroquial; Imagem do Cristo em frente ao Fórum; Prefeitura; Igreja de São José da Agonia
Água Preta é atendida pela bacia hidrográfica do Rio Una e do Rio Sirinhaém, e, embora esteja a 93 metros do nível do mar, foi uma das cidades mais atingidas pelas cheias desses rios em 2010.
Achamos curioso a imagem do Cristo em frente ao Fórum.

Sobre o município:

Água Preta é um município brasileiro do estado de Pernambuco. O município é formado pelos distritos Sede, Santa Terezinha e pelo povoado da Agrovila Liberal. Seu nome inicial era Rio Preto, originado de um rio situado a 500 metros da cidade, que tinha vários pontos com águas bastante escuras, surgindo daí o nome do município.
O distrito da Água Preta foi criado em 10-11-1809, subordinado ao município de Rio Formoso. Em 1895, a vila da Água Preta foi elevada a município, através da Lei Estadual nº 130, em 03 de julho de 1895.
Por suas terras passou a Revolução Praieira, em 1848. O capitão Pedro Ivo refugiou-se nas matas da Água Preta após a derrota em Recife e ali organizou a resistência através de guerrilhas antes de entregar-se O capitão Pedro Ivo refugiou-se nas matas da Água Preta após a derrota em Recife e ali organizou a resistência através de guerrilhas antes de se entregar.

O município dispõe de um pequeno comércio: supermercados, papelarias, lanchonetes, restaurantes, pousadas, padarias, produtos artesanais, comercialização de alimentos e variedades através da feira livre, além da atividade canavieira. No distrito de Santa Terezinha, uma usina de açúcar desativada: Usina Santa Terezinha, que respondia por boa parte da receita municipal.
Existe também associação de motoristas a AMTAP (associação de transportes alternativos Água Preta/Palmares), além das associações de mototaxistas: a Associação Aguapretana dos Mototaxistas (A.A.M), a Associação de Mototaxistas da Água Preta (AMOTAP) e a RENASCER, que acrescentam renda aos autônomos da cidade.


Fonte: http://www.aguapreta.pe.gov.br/nossacidade.html